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	<title>mat!</title>
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	<description>Caminhos do ensino fundamental</description>
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		<title>t &#8211; Cálculos de expressões aritméticas</title>
		<link>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/18/t-calculos-de-expressoes-aritmeticas/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 14:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hiltonbesnos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Efetue as expressões numéricas, seguindo a ordem de prioridade.
(i) (-2) . (+4) :  (-2) =

(-7)2 + (-4)2 :  (-1) =
(-8) . (-5) + (-3) =
(+9) + (+5) . (-4) =
(-12) : (+3) + (-7) =
(-15) . (-4) : (+30) =
(-7) &#8211; (+4) . (-30) =
(-9) + (-15) : (+5) =
(+7) &#8211; (+12) : (+3) =
(+7) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Efetue as expressões numéricas, seguindo a ordem de prioridade.</p>
<p>(i) (-2) . (+4) :  (-2) =</p>
<ol>
<li>(-7)<sup>2</sup> + (-4)<sup>2</sup> :  (-1) =</li>
<li>(-8) . (-5) + (-3) =</li>
<li>(+9) + (+5) . (-4) =</li>
<li>(-12) : (+3) + (-7) =</li>
<li>(-15) . (-4) : (+30) =</li>
<li>(-7) &#8211; (+4) . (-30) =</li>
<li>(-9) + (-15) : (+5) =</li>
<li>(+7) &#8211; (+12) : (+3) =</li>
<li>(+7) . (-4) + (+2) . (-8) =</li>
</ol>
<p>Soluções:</p>
<p>(i) [ (-2) . (+4) ] : (-2) = {-8) : (-2) = +4</p>
<ol>
<li>(-7)<sup>2</sup> + [ (-4)<sup>2</sup> : (-1) ] = (+49) + [ (+16) : (-1) ] = (+49) + (-16) = +49 – 16 = +33</li>
<li>(-8) . (-5) + (-3) = [ (-8) . (-5) ] + (-3) = (+40) + (-3) = +40 – 3 = +37</li>
<li>(+9) + (+5) . (-4) = (+9) + [ (+5) . (-4) ] = (+9) + (-20) = +9 – 20 = -11</li>
<li>(-12) : (+3) + (-7) = [ (-12) : (+3) ] + (-7) = (-4) + (-7) = -4 -7 = -11</li>
<li>(-15) . (-4) : (+30) = [ (-15) . (-4) ] : (-30) = (+60) : (+30) = +2</li>
<li>(-7) &#8211; (+4) . (-30) = (-7) &#8211; [ (+4) . (-30) ] = (-7) &#8211; (-120) = (-7) + (+120) = -7 +120 = +113</li>
<li>(-9) + (-15) : (+5) = (-9) + [ (-15) : (+5) ] = (-9) + (-3) = -9 -3 = -12</li>
<li>(+7) &#8211; (+12) : (+3) = (+7) &#8211; [ (+12) : (+3) ] = (+7) &#8211; (+4) = (+7) + (-4) = +3</li>
<li>(+7) . (-4) + (+2) . (-8) = [(+7) . (-4) ] + [ (+2) . (-8) ] = (-28) + (-16) = -28 -16 = -44</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>t &#8211; Potenciação com números inteiros</title>
		<link>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/18/t-potenciacao-com-numeros-inteiros/</link>
		<comments>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/18/t-potenciacao-com-numeros-inteiros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 13:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hiltonbesnos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Potenciação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Potênciação com números inteiros
(negativos, zero, positivos)

Sem fazer o cálculo da potenciação, coloque o sinal de resposta adequado, positivo ou negativo.


(-432) 27 =


(+832) 6 =


(+44) 7 =


(+231) 8 =


(-312) 15 =


(-34) 9 =


(+25) 2 =


(-32) 4 =


(-35) 5=


(+35) 8 =


Soluções:


(-432) 27 = &#8211; pois é uma base negativa com um expoente ímpar;


(+832) 6 = + pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Potênciação com números inteiros</p>
<p>(negativos, zero, positivos)</p>
<p>
<p><em>Sem</em> fazer o cálculo da potenciação, coloque o sinal de resposta adequado, positivo ou negativo.</p>
<ol>
<li>
<p>(-432) <sup>27 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(+832) <sup>6 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(+44) <sup>7 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(+231) <sup>8 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(-312) <sup>15 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(-34) <sup>9 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(+25) <sup>2 </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(-32) <sup>4</sup><sup> </sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(-35) <sup>5</sup>=</p>
</li>
<li>
<p>(+35) <sup>8 </sup>=</p>
</li>
</ol>
<p>Soluções:</p>
<ol>
<li>
<p>(-432) <sup>27 </sup>= &#8211; pois é uma base negativa com um expoente ímpar;</p>
</li>
<li>
<p>(+832) <sup>6 </sup>= + pois possui expoente par (o sinal da base não importa);</p>
</li>
<li>
<p>(+44) <sup>7 </sup>= + pois é uma base positiva com um expoente ímpar;</p>
</li>
<li>
<p>(+231) <sup>8 </sup>= + pois possui expoente par (o sinal da base não importa);</p>
</li>
<li>
<p>(-312) <sup>15 </sup>= &#8211; pois é uma base negativa com um expoente ímpar;</p>
</li>
<li>
<p>(-34) <sup>9 </sup>= &#8211; pois é uma base negativa com um expoente ímpar;</p>
</li>
<li>
<p>(+25) <sup>2 </sup>= + pois possui expoente par (o sinal da base não importa);</p>
</li>
<li>
<p>(-32) <sup>4</sup><sup> </sup>= + pois possui expoente par (o sinal da base não importa);</p>
</li>
<li>
<p>(-35) <sup>5</sup>= &#8211; pois é uma base negativa com um expoente ímpar;</p>
</li>
<li>
<p>(+35) <sup>8 </sup>= + pois possui expoente par (o sinal da base não importa).</p>
</li>
</ol>
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		<item>
		<title>menu provas expressões algébricas</title>
		<link>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/12/menu-provas-expressoes-algebricas/</link>
		<comments>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/12/menu-provas-expressoes-algebricas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2006 16:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hiltonbesnos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Menu: provas
T C 14 &#8211; 12-09-2006
Resolva os seguintes cálculos:
i (-15) x (-4) : (+30) =
ii (-7) &#8211; (+4) x (-30) =
iii (-9) + (-15) : (+5) =
iv (+7) &#8211; (+12) : (+13) =
v (+7) x (-4) + (+2) x (-8) =
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Menu: provas</p>
<p>T C 14 &#8211; 12-09-2006</p>
<p>Resolva os seguintes cálculos:</p>
<p>i (-15) x (-4) : (+30) =</p>
<p>ii (-7) &#8211; (+4) x (-30) =</p>
<p>iii (-9) + (-15) : (+5) =</p>
<p>iv (+7) &#8211; (+12) : (+13) =</p>
<p>v (+7) x (-4) + (+2) x (-8) =</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Menu: frações</title>
		<link>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/12/menu-fracoes/</link>
		<comments>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/12/menu-fracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2006 15:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hiltonbesnos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/12/menu-fracoes/</guid>
		<description><![CDATA[Menu: Frações
Guias.
Topologia: Conjunto dos números racionais
Temas- Menus integradores
Grandezas – Razões – Proporcionalidade – Decimais
Temas- Menus +
Frações em expressões numéricas. Frações em expressões algébricas
Frações e Potenciação
Inteiro
Um inteiro é uma totalidade. Normalmente quando o assunto são inteiros matemáticos costuma-se utilizar figuras geométricas divididas em partes iguais (que representariam as frações), no entanto isso não é necessário.
Basta termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Menu: Frações</p>
<p>Guias.</p>
<p>Topologia: Conjunto dos números racionais</p>
<p>Temas- Menus integradores</p>
<p>Grandezas – Razões – Proporcionalidade – Decimais</p>
<p>Temas- Menus +</p>
<p>Frações em expressões numéricas. Frações em expressões algébricas</p>
<p>Frações e Potenciação</p>
<p>Inteiro</p>
<p>Um inteiro é uma totalidade. Normalmente quando o assunto são inteiros matemáticos costuma-se utilizar figuras geométricas divididas em partes iguais (que representariam as frações), no entanto isso não é necessário.</p>
<p>Basta termos claro que um inteiro é algo que aceita divisões em partes iguais entre si. Cada uma dessas partes é uma fração, uma parte desse mesmo inteiro.</p>
<p>Podemos associar o inteiro com uma abstração ou com um objeto material.</p>
<p>Por que o inteiro sempre é igual a um?</p>
<p>Porque a adição de suas partes é igual a um.</p>
<p>Imaginemos que um inteiro foi dividido em cinco partes iguais entre si. Assim, cada parte será um quinto desse mesmo inteiro. Escrevemos assim: 1/5. Como são cinco partes, então teremos como inteiro: 1/5 + 1/5 + 1/5 + 1/5 + 1/5, que resultam em 5/5.</p>
<p>Como a operação que define a fração é a divisão, 5/5 ou 5 : 5 é 1, logo,o inteiro é igual a 1, o que ocorre para todos os inteiros, em relação à adição de suas frações ou partes constitutivas.</p>
<p>Frações</p>
<p>Definição</p>
<p>São as partes iguais em que um inteiro é dividido.</p>
<p>Fórmula genérica de uma fração qualquer</p>
<p>a : b, sendo a um número qualquer e b um número qualquer diferente de zero.</p>
<p>Fração matemática e não-matemática</p>
<p>Fração matemática ocorre quando um inteiro é dividido em partes iguais entre si.</p>
<p>Representações gráficas</p>
<p>Termos de uma fração</p>
<p>Denominador</p>
<p>O denominador fica <em>abaixo</em> do traço da divisão, e indica em quantas vezes o inteiro foi dividido.</p>
<p>Em uma divisão, o denominador corresponde exatamente ao divisor.</p>
<p>Numerador</p>
<p>O numerador é o traço que fica <em>acima</em> do traço de divisão. Ele indica, das partes do denominador, com quantas irei trabalhar.</p>
<p>Não podemos dizer que, em uma divisão ele corresponderia em essência ao dividendo, pois uma fração admite numeradores menores que denominadores. É claro que também é possível a divisão com número menor no dividendo do que o divisor, mas então estaríamos frente a uma aplicação de números decimais que, aliás, se originam exatamente das frações.</p>
<p>Representação de uma fração</p>
<p>Leitura de frações</p>
<p>Frações com denominador menor que dez</p>
<p>Após a leitura normal do número que fica no numerador, lê-se as expressões meios ou metade (2), terços (3), quartos (4), quintos(5), sextos(6), sétimos(7), oitavos(8) e nonos(9), dependendo do número que se encontre no denominador.</p>
<p>Ex: 67/3 (sessenta e sete terços), 5/8 (cinco oitavos), 6/9(seis nonos), 7/4 (sete quartos) </p>
<p>Frações com denominador igual a dez</p>
<p>Lê-se o numerador normalmente e o denominador será lido como décimo(s) e seu(s) múltiplos.</p>
<p>Ex: 5/10 (cinco décimos), 48/100 (quarenta e oito centésimos), 6/1000 (seis milésimos)</p>
<p>Frações com denominador maior que dez</p>
<p>Lê-se o numerador e, após, o denominador como se lê um número normalmente. Após a leitura do denominador acrescenta-se a palavra <em>avos</em>.</p>
<p>Ex: 45/11 (quarenta e cinco onze avos) 5/78 (cinco setenta e oito avos), 6/12 (seis doze avos)</p>
<p>Operação definidora: divisão.</p>
<p>Termos da divisão e termos da fração.</p>
<p>Divisão exata e divisão não-exata. Frações aparentes e frações impróprias.</p>
<p>Porque o denominador de uma fração não pode ser zero.</p>
<p>Tipos de fração</p>
<p>Fração própria</p>
<p>Fração imprópria</p>
<p>Fração aparente</p>
<p>Número misto: outra forma de escrever uma fração imprópria</p>
<p>Origem: fração imprópria</p>
<p>Constituição de um número misto</p>
<p>Reconstituição e cálculo com números mistos</p>
<p>Relações de grandeza entre frações</p>
<p>Proporcionalidade</p>
<p>Relação maior do que e menor do que</p>
<p>Relação de igualdade entre frações</p>
<p>Simplificação de uma fração. Regras de divisibilidade</p>
<p>Operações fracionárias</p>
<p>Adição e subtração</p>
<p>Frações com mesmo denominador</p>
<p>Frações com denominadores diferentes. Proporcionalidade</p>
<p>Aplicação do mmc</p>
<p>Multiplicação entre frações</p>
<p>Divisão entre frações</p>
<p>Fração de uma fração</p>
<p>Menu: Frações</p>
<p>Guias.</p>
<p>Topologia: Conjunto dos números racionais</p>
<p>Temas- Menus integradores</p>
<p>Grandezas – Razões – Proporcionalidade – Decimais</p>
<p>Temas- Menus +</p>
<p>Frações em expressões numéricas. Frações em expressões algébricas</p>
<p>Frações e Potenciação</p>
<p>Inteiro</p>
<p>Definição</p>
<p>Por que o inteiro sempre é igual a um?</p>
<p>Frações</p>
<p>Definição</p>
<p>Fórmula genérica de uma fração qualquer</p>
<p>Fração matemática e não-matemática</p>
<p>Representações gráficas</p>
<p>Termos de uma fração</p>
<p>Denominador</p>
<p>Numerador</p>
<p>Representação de uma fração</p>
<p>Leitura de frações</p>
<p>Frações com denominador menor que dez</p>
<p>Frações com denominador igual a dez</p>
<p>Frações com denominador maior que dez</p>
<p>Operação definidora: divisão.</p>
<p>Termos da divisão e termos da fração.</p>
<p>Divisão exata e divisão não-exata. Frações aparentes e frações impróprias.</p>
<p>Porque o denominador de uma fração não pode ser zero.</p>
<p>Tipos de fração</p>
<p>Fração própria</p>
<p>Fração imprópria</p>
<p>Fração aparente</p>
<p>Número misto: outra forma de escrever uma fração imprópria</p>
<p>Origem: fração imprópria</p>
<p>Constituição de um número misto</p>
<p>Reconstituição e cálculo com números mistos</p>
<p>Relações de grandeza entre frações</p>
<p>Proporcionalidade</p>
<p>Relação maior do que e menor do que</p>
<p>Relação de igualdade entre frações</p>
<p>Simplificação de uma fração. Regras de divisibilidade</p>
<p>Operações fracionárias</p>
<p>Adição e subtração</p>
<p>Frações com mesmo denominador</p>
<p>Frações com denominadores diferentes. Proporcionalidade</p>
<p>Aplicação do mmc</p>
<p>Multiplicação entre frações</p>
<p>Divisão entre frações</p>
<p>Fração de uma fração</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cálculo algébrico</title>
		<link>http://hiltonbesnos.edublogs.org/2006/10/10/monomios/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2006 14:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hiltonbesnos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Introduzindo noções de linguagem matemática.
A matemática é uma ciência que se desenvolve racional e estruturalmente através de alguns eixos importantes. São eles: (a) um eixo relacional através do qual ela trabalha relacionando números, medidas, grandezas e situações da vida real, através de um pensamento racional e logicamente estruturado; (b) um eixo simbólico que qualifica a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p align="justify"><strong>Introduzindo noções de linguagem matemática.</strong></p>
<p>A matemática é uma ciência que se desenvolve racional e estruturalmente através de alguns eixos importantes. São eles: (a) um eixo relacional através do qual ela trabalha relacionando números, medidas, grandezas e situações da vida real, através de um pensamento racional e logicamente estruturado; (b) um eixo simbólico que qualifica a sua linguagem própria; (c) um eixo no qual a generalização simbólica é especialmente importante, caso em que a álgebra é muito expressiva e (d) um eixo que limita a leitura ao que os símbolos expressam.</p>
<p>No primeiro caso, eixo relacional, encontramos, por exemplo, as possibilidades de lidar com dados e problemas, mesmo aqueles que, em princípio não sejam específicos de uma estrutura de linguagem de matemática.</p>
<p>No segundo caso, eixo simbólico, vem a linguagem propriamente dita, com sua simbologia toda própria e o caráter universal da mesma. Seja em que linguagem for, o símbolo “&gt;” significará “maior do que”, ou seja uma relação entre dois dados, no qual o primeiro, à esquerda terá sempre uma maior qualidade ou quantidade que o segundo dado, à direita. Assim, escrever “a &gt; b” significa dizer que “a” é maior que b”. Essa leitura é universal.</p>
<p>No terceiro caso, da generalização, basta recordarmos a função generalista das fórmulas, como meio real de simplificar escrituralmente a essência de determinadas relações. Exemplo: “a + b = c” representa a operação de adição, e isso traz a certeza de que não preciso repetir infinitamente como se estrutura tal operação lógica.</p>
<p>No quarto caso, queremos dizer que a linguagem matemática se difere da linguagem comum por não admitir, por exemplo, um gestual que pode interferir no sentido do que se diz. As interpretações são assim objetivas.</p>
<p><p><strong>Incógnitas, variáveis e constantes.</strong></p>
<p><p>Uma incógnita ou termo desconhecido é algo (um número ou uma expressão) que eu desconheço e que pretendo ou não conhecer e que, conhecida, tem a propriedade de tornar verdadeira uma sentença matemática ou resolver um problema. Encontrar o valor de uma incógnita ou de um termo desconhecido implica em primeiro lugar no meu entendimento do que o problema propõe. Descobrir a incógnita é terminar com o problema, utilizando a técnica matemática disponível para tanto.</p>
<p><p>Uma variável é uma grandeza, uma medida ou um número que pode mudar de grandeza e ao faze-lo, interferir em outra grandeza, medida ou número, estabelecendo uma relação entre ambos. Um exemplo é a relação variável que encontramos na relação velocidade e tempo. Cada vez que aumentamos a velocidade de um móvel, diminui o tempo para que esse móvel percorra uma determinada distância.</p>
<p><p>Uma constante é um elemento que se mantém não variável quando outras grandezas variam. Por exemplo, no caso acima, na relação entre a velocidade e o tempo, a constante é a distância, que não varia, permanecendo a mesma.</p>
<p><p><strong>Cálculo algébrico.</strong></p>
<p>Conforme vimos antes, as letras podem ser substituídas por números, quando, por exemplo, quero escrever uma frase genérica, do tipo “o triplo de um número qualquer somado a quatro é 17”, e como desconhecemos o número, escrevemos</p>
<p>3x + 4 = 17,</p>
<p>onde “x” representa o número desconhecido. No caso, o valor será descoberto usando um sistema que nós denominamos de equação de primeiro grau com uma variável, mas não é o caso aqui. O que importa é sabermos isso, que o cálculo algébrico envolve letras e números. Os mesmos se desenvolvem através de monômios e polinômios, que veremos a seguir.</p>
<p><strong>Monômio</strong> é um termo utilizado em cálculo algébrico e que associa, através da operação de multiplicação, letra(s) e número(s).</p>
<p>Assim, quando escrevemos, por exemplo 4m<sup>3</sup>p<sup>2</sup>, estamos escrevendo, na realidade,</p>
<p>4 x m x m x m x p x p. Logo, escrever 4m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>é uma simplificação bem vinda. Imagina trabalhar com tantas letras assim!</p>
<p>Ah, sim, preste atenção:</p>
<p>Quando eu escrevo, por exemplo m x m x m eu tenho uma potencia, no caso m<sup>3</sup>.</p>
<p>Quando eu escrevo, por exemplo p x p igualmente eu tenho uma potência, no caso p<sup>2 </sup>.</p>
<p>Mas quando eu escrevo 4m<sup>3</sup>p<sup>2,</sup>, eu tenho m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>+ m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>+ m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>+ m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>, ou seja, quatro vezes a adição do mesmo m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>, por isso tenho a multiplicação de 4 vezes o m<sup>3</sup>p<sup>2 </sup>.</p>
<p>Os monômios se constituem de uma parte numérica e de uma parte literal. No exemplo acima, 4 é a parte numérica e m<sup>3</sup>p<sup>2,</sup>, é a parte literal. Temos de ter cuidado com algumas situações. São elas:</p>
<p>(a) muitas vezes não está diretamente escrito qualquer número antes da parte literal. O aluno então, desavisado (não o David, é claro!), pensa que não existe a parte numérica. Erro. Ela existe e é um ou menos um. Exemplos: &#8211; ab<sup>3</sup>. A parte numérica é -1. Só não está escrita porque é desnecessário, pois o um é elemento neutro na multiplicação, tanto faz escrever ou não, não muda nada no cálculo. Outro exemplo: d<sup>4</sup>. O número 1 (mais um) é a parte numérica. Então, cuidado.</p>
<p>(b) outras vezes a parte numérica é uma fração. Por exemplo, em – ab<sup>3</sup>/5, a parte numérica é -1/5 (menos um quinto, porque toda a parte literal está sendo multiplicada por – 1/5. Então a parte numérica é essa, menos um quinto.</p>
<p>(c ) por fim, muitas vezes se confundem os expoentes da parte literal com a parte numérica. Cuidado! Isso é um erro. Quando eu escrevo p<sup>4 </sup>, significa escrever p x p x p x p, ou seja, o quatro apenas indica quantas vezes o <em>p</em> irá multiplicar a si próprio como base de potência. Grave isso com atenção.</p>
<p>Monômios semelhantes são aqueles que possuem a <strong>mesma</strong> parte literal, e não partes literais parecidas. Isso é muito importante, pelas operações que se seguem. Quando estamos verificando a semelhança de monômios, as partes numéricas não tem absolutamente nenhuma importância. Só interessam as partes literais.</p>
<p>Assim,</p>
<p>o monômio 5 a<sup>3</sup>b<sup>4</sup>c é semelhante ao monômio &#8211; a<sup>3</sup>b<sup>4</sup>c porque suas partes literais são exatamente iguais entre si.</p>
<p>O monômio 6a<sup>3</sup> t <sup>4 </sup>p, contudo, é diferente do monômio 6a<sup>3</sup> t <sup>4 </sup>p<sup>2</sup>, porque suas partes literais não são exatamente iguais entre si.</p>
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